Aposta esportiva, uma grande oportunidade para o Brasil

Nessa sexta-feira, 23/7, ocorreu o Webinar “Apostas esportivas, uma grande oportunidade para o país”. Promovido pela SECAP, o seminário debateu o mercado brasileiro de apostas esportivas, com destaque para a Lei 14.183/2021, recém sancionada. Esta lei modificou a forma de tributação da aposta esportiva, o que gera um enorme impacto para a atividade. Quer saber se essa mudança é positiva ou negativa? Então vem comigo que eu conto o que rolou.

O que mudou na aposta esportiva?

O painel foi moderado por Gustavo Guimarães, secretário de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria do Ministério da Economia. Seus convidados foram os renomados Ricardo Magri, Diretor Comercial da Eightroom, e Ludovico Calvi, presidente da Global Lotery Monitoring System. Após as apresentações, Guimarães trouxe alguns dados mostrando o quanto a aposta esportiva pode ser vantajosa para um país. Pra você ter uma ideia, só nos primeiros 4 meses de 2021, as Loterias Federais repassaram cerca de 2.7 bilhões para causas sociais. Isso representa um crescimento de 13% comparado a 2020, que também aumentou em relação a 2019. Ou seja, a aposta esportiva está a todo vapor no Brasil.

Porém, a forma de tributação é um fator determinante para o sucesso ou fracasso da atividade. A taxação pode ser feita de duas formas: por Turnover ou GGR. Confira, a seguir, como cada uma delas funciona e qual é a mais vantajosa.

Turnover

A tributação por turnover cobra taxas sobre todo o dinheiro transacionado pelos apostadores em uma casa de apostas. Ou seja, sobre as apostas realizadas. Esse modelo desconsidera que boa parte desses valores não fica com a casa. Ela precisa pagar as apostas certas, os bônus, as promoções, etc. Em outras palavras, a tributação por turnover cobra impostos até sobre o dinheiro que o operador não tem. Logicamente, isso é péssimo para o mercado. Primeiramente, porque afasta os grandes operadores, que não querem sofrer com tributações abusivas. Na verdade, afasta até os clientes. Afinal, quando um bookmaker aceita operar nessas condições, precisa compensar as taxas excessivas de alguma forma. Normalmente, esta compensação ocorre através de odds piores, que espantam os apostadores.

Com isso, quem sai ganhando são as casas ilegais. Como elas não pagam impostos, têm condições de oferecer cotações mais atrativas. E, com isso, cada vez mais gente adota as apostas clandestinas. Assim, o resultado obtido é exatamente o oposto do desejado: o mercado esfria e não são gerados empregos. Todo dinheiro que seria destinado a causas sociais acaba na mão dos operadores ilegais. Os países que adotaram a tributação por turnover tiveram péssimos resultados e têm os mais altos índices de ilegalidade.

GGR

GGR significa “Gross Gaming Revenue”, ou seja, o lucro bruto do operador. Nesse formato, são cobradas taxas apenas sobre o que a casa ganhou de fato, descontando os prêmios pagos e afins. Os países com Tributação por GGR são os que alcançaram os melhores resultados, pois apenas este modelo pode gerar um mercado sustentável. Ele gera empregos, elimina apostas ilegais e aquece a economia. A cadeia inteira sai ganhando.

Afinal, como será a tributação no Brasil?

Quando as apostas foram legalizadas por aqui, o governo brasileiro escolheu a tributação por turnover. O que até é compreensível, pois possivelmente não sabia do impacto negativo que esse tipo de taxação causa. Após o apelo do mercado, porém, o governo aceitou mudar a tributação para GGR. E essa é, de fato, a melhor forma de equilibrar as necessidades do mercado, do público e do Estado. Uma boa legislação deve ter como objetivos:

– proteger os consumidores;

– aumentar os ganhos federais;

– ajudar o esporte brasileiro;

– combater o mercado ilegal;

– e contribuir com causas sociais, integridade e ética.

Por taxar os operadores sobre sua renda verdadeira e criar um mercado sustentável, a tributação por GGR é, definitivamente, a melhor escolha. Ponto para o Brasil!

O que é preciso para se tornar um operador de aposta esportiva?

Segundo Ricardo Magri, o primeiro e mais importante passo é ter a plataforma. Ou seja, ter um site funcional e com todas as ferramentas necessárias para os clientes terem uma boa experiência. Em seguida, é preciso providenciar a licença de jogo e absorver o mercado informal. Por fim, é necessário focar no conteúdo. Isso inclui:

– os esportes que a casa vai oferecer;

– os mercados;

– odds;

– boleta;

– audiovisual;

– métodos de pagamento;

– ofertas e bônus;

– CRM;

– KYC (know your customer – “conheça seu cliente”);

– atendimento ao cliente;

– gestão de riscos;

– e app.

Os passos são relativamente poucos. Mas cumpri-los exige muita dedicação, conhecimento e seriedade.

E o que é preciso para ser um apostador?

Bom, essa parte é muito mais fácil. Basta escolher uma casa qualificada e confiável, fazer seu cadastro, depositar o valor desejado e começar a dar seus palpites. Se você não sabe qual operador escolher, tudo bem: basta clicar aqui para ver uma lista com ótimas opções. Ou, se você preferir, pode optar diretamente pela nossa indicação: a Bodog. Ela satisfaz todos os critérios para ser considerada uma boa casa e ainda oferece até R$ 200 em bônus para novos usuários. Gostou? Então clique no botão abaixo, faça seu cadastro, resgate o bônus e comece a dar seus palpites hoje mesmo. Boas apostas!


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